domingo, 3 de novembro de 2013

Supernovas.

Supernovas

As supernovas são um tipo de estrela que representam, na verdade, a morte de uma estrela. Para entender melhor é preciso compreender como se dá todo esse processo.

Uma estrela nasce sempre em uma nuvem de poeira e gás grande e fria que se encontra, geralmente entre outras estrelas de uma galáxia. Para que se inicie a formação de uma estrela é necessário que haja algum tipo de perturbação na nuvem como, por exemplo, a explosão de uma supernova como veremos mais à frente. Ocorrida a perturbação começam a se formar grumos (aglomerados de poeira e gás) no meio da nuvem, então esses grumos por causa da quantidade de massa e da temperatura sempre crescente começam a entrar em colapso e a arrastar cada vez mais matéria para dentro de si até formar um núcleo (isso leva cerca de milhões de anos, pouco tempo para uma estrela), chamado de protoestrela. Mesmo assim, a protoestrela continua se aquecendo e arrastando matéria por meio de gravidade até o seu núcleo até se estabilizar, e se esse núcleo tiver massa o suficiente ele forma uma estrela.
Toda estrela é composta basicamente por hélio e hidrogênio e ela vai consumindo esse combustível ao longo de sua vida até que ele se esgote, ou seja, até que todo o hidrogênio tenha sido consumido. Quando isso ocorre a estrela morre, mas nem sempre ela se transforma em uma supernova. Isso vai depender de seu tamanho.

Para que ao acabar o hidrogênio a estrela se transforme em uma supernova, ela deve ter uma massa bem maior que o Sol, por exemplo. Quando isso ocorre, ela começa a transformar o hélio em carbono através da fusão. É o mesmo que ocorre com outras estrelas menores, só que em uma estrela tão grande a massa é suficiente para fundir o carbono em elementos mais pesados como o enxofre e o ferro. Assim que o núcleo é fundido em ferro ele entra em colapso por causa de sua própria gravidade e começa a cair sobre si mesmo, a parte externa da ex-estrela é expulsa violentamente para o espaço e gera uma onda de choque que pode desencadear o nascimento de outras estrelas em outras galáxias. O núcleo se torna tão compacto e denso em questões de minutos, que uma pequena porção dele pesaria toneladas. Então em seu núcleo os prótons e os elétrons se fundem e formam nêutrons, nessa fase ela já é chamada de estrela de nêutrons. Se a estrela que morreu for aproximadamente trinta vezes maior que o sol então, ao invés de uma estrela de nêutrons ela formará um buraco negro.


Fonte:


Aninha.

Eclipse Solar ( 3/11 )

Boa tarde senhores jovens astrônomos! 
Bom, como muitos já devem saber, hoje, agora mesmo está ocorrendo um Eclipse Solar!
Infelizmente, ele é apenas visível para o Norte e Nordeste. 

Se quiserem acompanhar ao vivo aqui pela internet o Eclipse, acessem: http://climatologiageografica.org/acompanhe-ao-vivo-eclipse-solar/

Peço mais uma vez desculpas por não postar muita coisa esses dias. Estou em época de provas!!! Mas, nas férias, haverão muitas matérias disponíveis aqui no Fb.

The Mysteries of the Universe.
Aninha.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Antimatéria

Como havia dito, aqui está a matéria sobre a antimatéria:

Antimatéria

É o inverso do que é a matéria. Ela é composta de antipartículas, que possuem a mesma característica das partículas (massa e rotação), mas com carga elétrica contrária. É o caso do pósitron, também conhecido como antielétron, que tem carga positiva. Ou do antipróton, que, diferente do próton, é negativo. O conceito de antimatéria foi proposto pelo físico inglês Paulo Dirac em 1928. Ele revisou a equação de Einstein, considerando que a massa também poderia ser negativa. Sendo assim, a fórmula ficaria: E=+ou-mc2. Com base na teoria, a comunidade científica passou a estudar o tema mais a fundo e descobriu uma potente fonte de energia, com 100% de aproveitamento. Hoje, o grande desafio é conseguir produzi-la em grande quantidade - já que ela não é encontrada na Terra.

Já li em um livro, Anjos e Demônios, de Dan Brown, que para formar a antimatéria, é preciso fazer:
Acelerar duas partículas ultrafinas ( subatômicas ) numa velocidade colossal, fazê-las colidirem e neste local, começará a “brotar” antimatéria.

A antimatéria, como alguns já devem saber, em contato com a matéria, é muito “perigosa”, pois há um aniquilamento, uma explosão. Como é visto acima, a antimatéria não é encontrada na Terra, nem na Via Láctea.

Fonte:



Aninha.

Nebulosas!

Mais algumas fotos, de nebulosas!








Espero que gostem!
Aninha.

Constelações

Como vão, jovens astrônomos?
Aqui são algumas das constelações que podemos contemplar no céu!



Muitos acreditam que nossos "antepassados" aliens vieram daí! Orion.

Constelação de Escorpião ( Meu signo  ).







Signos do zodíaco.

Aninha.


Curiosidades do Universo

Boa noite pessoal!
Estava pesquisando umas curiosidades e olhem só o que eu vi e achei interessante:

A Terra pesa 5 980 000 000 000 000 000 000 000 kg.

Um carro a 160km/h demoraria 221 000 milhões de anos para chegar ao centro da Via Láctea.

O Universo expande-se cerca de 1,6 bilhões de km/h.

A constelação Cruzeiro do Sul tem 54 estrelas, das quais só consegues ver 5 à vista desarmada.

A Lua afasta-se da Terra cerca de 3cm por ano.

As estrelas anãs são tão densas, que um dado feito desse matéria pesaria tanto quanto um carro.

A estrela Eta Carinae emite cerca de 5 milhões de vezes mais energia que o Sol.

Todos os anos caem cerca de 150 toneladas de meteoritos e fragmentos na Terra, um média de 410kg por dia.

Em 1846 foi anunciada a descoberta de uma 2° Lua em órbita da Terra. Mais recentemente, entre 1966 e 1969, foram anunciadas mais 10 luas. Todos acabaram por não se demonstrar verdadeiras.

As estrelas não cintilam. O que vemos, é a interferência da atmosfera terrestre na luz que chega até nós.

Não conseguimos ver uma única estrela em tempo real, e a maioria vemos mesmo com milhares de anos de atraso. Até o nosso Sol demora 8 minutos e 18 segundos a chegar até nós, pelo que se explodisse, demoraríamos esses 8 minutos para perceber. E algumas estrelas que observamos no céu podem já não existir!

O primeiro pé a pousar na Lua ( de Neil Armstrong ) calçava o número 41.

O menor buraco negro já descoberto, tem apenas 24km de diâmetro. Na verdade, esses micro buracos negros exercem uma força de atração muito mais forte que os grandes, ou seja, quanto menores, mais devastadores! O seu corpo junto a buraco negro, seria transformado num simples fio de espaguete.
Mercúrio e Vênus são os únicos planetas que não têm luas.

Vênus é o planeta mais brilhantes do Sistema Solar, pois sua atmosfera reflete muito a luz solar.

Urano foi o primeiro planeta descoberto com a ajuda de um telescópio, em 1871.

Com uma nave de 257 000km/h, demoraríamos 2 anos e seis meses para sair do Sistema Solar.

Os cientistas acreditam que podem ocorrer chuvas de diamantes em Netuno.

Planeta é uma palavra grega que significa viajante. Deram esse nome a eles pois estes se deslocam em relação às estrelas “fixas”.

A ventania de Netuno pode chegar a 2100km/h.


Fonte:

http://www.astronomoamador.net/2011/23-curiosidades-universo

Aninha.

Matéria e Energia Escuras.

Boa noite astrônomos!
Hoje, falarei sobre esses dois assuntos que me intrigam muito: Energia e matéria escura.
Mais tarde, fazei um post falando sobre a antimatéria. 

Energia escura.

Em cosmologia, a energia escura é uma forma hipotética de energia que estaria distribuída por todo espaço e tende a acelerar a expansão do Universo. A principal característica da energia escura é ter uma forte pressão negativa. De acordo com a teoria da relatividade, o efeito de tal pressão negativa seria semelhante, qualitativamente, a uma força que age em larga escala em oposição à gravidade. Tal efeito hipotético é frequentemente utilizado, por diversas teorias atuais que tentam explicar as observações que apontam para um universo em expansão acelerada.
A natureza da energia escura é um dos maiores desafios atuais da física, da cosmologia e da filosofia. Existem hoje muitos modelos fenomenológicos diferentes, contudo os dados observacionais ainda estão longe de selecionar um em detrimento dos demais. Isso acontece porque a escolha de um modelo de energia escura depende de um bom conhecimento da variação temporal da taxa de expansão do universo o que exige a observação de propriedades de objetos a distâncias muito grandes.
As principais formas das diferentes propostas de energia escura são: a constante cosmológica (que pode ser interpretada tanto como uma modificação de natureza geométrica nas equações de campo da relatividade geral, quanto como um efeito da energia do vácuo, a qual preenche o universo de maneira homogênea); e a quintessência (usualmente modelado como campo escalar cuja densidade de energia pode variar no tempo e no espaço).
Outra proposta relativamente popular entre pesquisadores é a quartessência que visa unificar os conceitos de energia escura e matéria escura postulando a existência de uma forma de energia conhecida como gás de Chaplygin que seria responsável tanto pelos efeitos das duas componentes escuras.

Matéria escura

É uma parte do Universo que os astrônomos sabem que existe, mas ainda não sabem exatamente o que seja. É matéria, porque se consegue medir sua existência por meio da força gravitacional que ela exerce. E é escura, porque não emite nenhuma luz. Essa segunda propriedade é justamente o que dificulta seu estudo. Todas as observações de corpos no espaço são feitas a partir da luz ou de outro tipo de radiação eletromagnética emitida ou refletida pelos astros. Como a matéria escura não faz nenhuma dessas coisas, é "invisível". Ainda assim, sabe-se que ela está lá. Na década de 1930, o astrônomo Fritz Zwicky, um húngaro radicado nos Estados Unidos, calculou a massa de algumas galáxias e percebeu que ela era 400 vezes maior do que sugeriam as estrelas observadas! A diferença está justamente na massa de matéria escura. E quanta diferença! Pelas contas do professor Fritz, você deve ter percebido que ela não é apenas um detalhe na composição do Universo, e, sim, seu principal ingrediente. Hoje em dia, calcula-se que ela corresponda a mais ou menos 95% do Universo. É como se todas as galáxias que conhecemos atualmente fossem apenas alguns pedacinhos de chocolate encravados no grande bolo do Universo. Existem várias teorias sobre o que seria a tal massa escura. O mais provável é que ela seja feita de partículas subatômicas, menores que nêutrons, prótons e elétrons e ainda indetectáveis pelos atuais instrumentos de medição dos cientistas. Para terminar, vale um esclarecimento: apesar da semelhança no nome, matéria escura não tem nada a ver com buraco negro. "A massa escura é um componente do Universo, sem luz, enquanto o buraco negro é um objeto astrofísico com um campo gravitacional tão forte que não deixa nem mesmo a luz escapar", afirma o astrônomo Enos Picazzio, da Universidade de São Paulo (USP).


Fonte:
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-materia-escura

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Aninha.